quinta-feira, 14 de maio de 2015

O Lago do Maica esta correndo Perigo, Precisamos de sua ajuda

O Lago do Maica esta correndo Perigo, Precisamos de sua ajuda, Não deixe acontece com o Lago do Maica a mesma coisa que aconteceu com a Praia da Vera Paz.
Empresa portuária só convida associações "amigas" para discutir sobre portos no Maicá.
Na tarde de sábado(02/05), ocorreu uma reunião entre representantes da empresa EMBRAPS (Pedro Riva) e FADESPA (Jornalista Nivea), lideranças comunitarias e moradores da grande área do Maicá. A reunião ocorreu na quadra da Escola César Ramalheiros no bairro Área Verde.
Ao iniciar a reunião Dr. Hiroito Tabajara, advogado das Associaçoes de Moradores dos Bairros Perola do Maicá e Jaderlandia, questionou o critério para convidar selecionadamente determinados presidentes de bairros e outros não, citando que as duas associações que representa não foram formalmente convidadas para o evento que envolve a vida dos moradores dos bairros, porém mesmo não tendo sido convidadas se faram presentes nas reuniões e não abrem mão de seus deveres estatutarios de defesa dos moradores e do meio ambiente equilibrado.
Ao responder ao questionamento do Dr. Hiroito Tabajara a representante da empresa Fadesp! Jornalista Nivea, afirmou que não convidou a Associação de Moradores do Bairro Perola do Maicá porque não gostou da atuação dos moradores do bairro na Sessão Especial ocorrida na Câmara de Vereadores. Na ocasião os moradores do Bairro Pérola do Maicá fizeram questionamentos de como a empresa portuária conseguiu documentar as áreas e os moradores dos bairros não conseguem o mesmo, além de questionarem sobre os beneficios que a construção dos portos irá trazer para as comunidades afetadas pelo empreeendimento. Na oportunidade não foi dado resposta as perguntas que parecem incomodar os defensores da construção.
A Jornalista Nivea afirmou ainda que deixou de convidar as Associaçoes de Moradores do Bairro Perola do Maicá e Jaderlandia para evitar "conflitos", além de que o Presidente Adilson Matos (Jaderlandia) não fez nenhuma reunião no bairro para a empresa Emprabs poder se posicionar e levando em consideração que as Associaçoes de Moradores do Bairro Pérola do Maicá e Jaderlandia se posicionam criticos ao projeto não existia razão para o convite, mesmo o evento sendo "para todas as lideranças da grande área do Maicá", ou seja, para ser convidado não pode fazer questionamentos.
Ao ser questionada sobre qual o seu papel no processo de implatação dos portos a sra. Livea informou que é jornalista e trabalha para Fadespa, empresa contratada para elaborar o EIA/RIMA para a empresa EMBRAPS enviar a SEMAS/PA, órgão licenciador do projeto portuário.
Em seu pronunciamento o sr. Pedro Riva informou que a criação da EMBRAPS foi uma orientação do Governo Federal, assim como a contratação da FADESPA para conduzir os trabalhos preparatórios para o licenciamento. Afirmou ainda que primeiramente comprou posse de pessoas que moravam nas áreas e que depois comprou a propriedade das áreas que pertenciam ao espolio de Marques Pinto, representado em Santarém pelo senhor Ricardo Pinto, a quem pagou caro para ter direito sobre a propriedade das áreas, inclusive adiantando dinheiro para que fosse regularizado situação da área.
Durante os pronunciamentos dois chamaram atenção, sendo que o sr. ALberto, perguntou ao sr. Riva se era verdade que existia um grupo de presidentes de Bairros que tinham recebido dinheiro para apoiar o empreendimento e que agora eram contrários ao mesmo, na mesma linha o sr. Milson Rocha, Presidente do Centro Comunitário do Urumari, solcitou informaçoes a respeito de boatos de que o mesmo teria recebido 10 mil reais para apoiar o projeto. Ambas as informaçoes foram categoricamente desmentidas pelo Sr. Pedro Riva afirmando que "Ninguém faz nada de graça e eu não dou dinheiro pra ninguém. Eu fiz uma doação e essa doação foi devolvida, o que não deveria ter sido feito, porque não havia nada de errado" finalizou o empresário.
Sobre o acesso aos portos o empresário Pedro Riva disse desconhecer o traçado e que criterios a Prefeitura de Santarém irá utilizar como base para possiveis idenizações a quem estiver localizado na faixa da pista, afirmando que desconhece a possivel largura, informando que "isso é de responsabilidade da prefeitura, o que eu pedi foi que se possivel fosse pista dupla, para melhor trafegabilidade e passarelas para melhor segurança das pessoas".
Ao final as perguntas ficaram sem respostas, pois não foi esclarecido aos presentes os beneficios que este projeto irá trazer aos moradores dos bairros afetados, muito menos como será melhorada a qualidade de vida da população, sendo tudo genericamente incluido no "desenvolvimento" gerado pelo projeto.
No fim do evento a Jornalista Nivea distribuiu para os presentes um Jornal sobre o projeto, porém negou acesso ao material ao sr Rubiney De Miranda Braga, responsavel pelo Grupo Salve o Maicá no Facebook, segundo Rubiney a jornalista afirmou que o material era para quem fosse a favor dos portos.

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