QUEREM FAZER UMA ESTRUTURA IGUAL A ESSA DA CARGILL NO LAGO DO MAICÁ !!!!!!
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Nilson Vieira
O Lago do Maicá já foi loteado? Pode isso em área de proteção ambiental? Pode isso, Secretário Municipal de Meio Ambiente Podaliro Neto? Pode isso, Prefeito Municipal Alexandre Von?
● Advogado diz que não faz acordo com associação fraudulenta – Comunidade da Pérola do Maicá está em pé de guerra com quilombolas, Governo Von e Ci
MORADORES DO BAIRRO ÁREA VERDE DIZEM NÃO AO ACORDO DA PREFEITURA COM ASSOCIAÇÃO QUILOMBOL
No último sábado (06), aconteceu mais uma Assembleia Geral Extraordinária na grande área do Maicá, dessa vez foi o bairro Área Verde que reuniu seus moradores para deliberarem sobre o acordo entre a Prefeitura de Santarém, o INCRA e a Associação de Remanescentes do Quilombo Arapemã Residentes no Maicá, ou, "Quilombo do Canhão", como é conhecida no bairro a associação quilombola.
A proposta de acordo rejeitada por unanimidade pelos mais de 230 presentes na Assembleia, que mesmo tendo sido realizada a pedido do Prefeito não foi enviado qualquer representante do poder executivo, somente comparecendo o Vereador Matias Jr. (PV) representado a Câmara de Vereadores.
Na assembléia ocorrida no dia 30/11 no bairro Pérola do Maicá o Procurador Juridico chegou a afirmar que a prefeitura não "tutibiou" em fazer o acordo com o "Quilombo do Canhão" por que este anteriormente queria uma área de 275 hectares e com o acordo a área seria reduzida para 2,225 hectares.
Pérola do Maicá diz não, pela segunda vez, ao acor...
Pérola do Maicá diz não, pela segunda vez, ao acor...: Pérola do Maicá diz não, pela segunda vez, ao acordo com “Quilombolas” Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária na manhã do último d...
Assembleia aprova proposta de criação do Bosque João Biano
Lideranças reuniram e aprovaram criação da APA com o nome de um ex-morador
Em assembléia extraordinária realizada no último fim de semana, a Associação dos Moradores do Bairro Pérola do Maicá, comandada pelo presidente Ronaldo Costa, e contando ainda com a presença de diversas outras lideranças da Grande Área do Maicá, entre os quais, o presidente da Associação dos Moradores da Área Verde, Floriano Franco, Associação dos Moradores do Bairro Jaderlandia, Adilson Matos, Associação dos Moradores do Maicá, Ivanilda, Centro Comunitário do Jutaí, Abelardo, Conselho de Pesca de Santarém, Domingos, e a ABMEPA representada pelo seu presidente, Pastor Raimundo, discutiu e aprovou importantes encaminhamentos.
Um dos temas aprovados foi a proposta de criação da APA (Área de Preservação Ambiental), com o nome de BOSQUE JOÃO BIANOR, em homenagem a um grande morador que reservou sua área praticamente intacta e que em virtude do medo de perde-la para os “quilombolas” se desfez do imóvel pouco antes de sua morte. A Assembléia se manifestou totalmente favorável principalmente porque já estão praticamente extintas as áreas preservadas em Santarém.
A Assembléia aprovou ainda o posicionamento contrário em relação ao acordo feito entre a Prefeitura de Santarém, a Associação dos Remanescentes do Quilombo do Arapemã, residentes no Maicá e o INCRA, no processo judicial em tramite perante a Justiça Federal.
Um dos principais argumentos para que a Assembléia se manifestasse contrária ao acordo é o fato da Associação Quilombola ter sua constituição feita com base em fraudes e falsidades, tendo inclusive um processo na justiça estadual sobre esta questão, onde foi comprovado que documentos e assinaturas foram falsificadas para constituição do “Quilombo do Canhão” como é conhecida a Associação de pretensos quilombolas.
Em outro momento foi esclarecido pelos presidentes dos bairros Área Verde, Floriano Franco, e Pérola do Maicá, Ronaldo Costa, que diferente do que afirmou o Procurador Geral do Município de Santarém, Dr. José Maria Ferreira Lima, os moradores da grande área não podem regularizar seus terrenos perante a prefeitura, pois foi informado pelo HCDU que os documentos dos “portugueses” impedem a regularização, deixando assim os moradores revoltados com a atitude do Procurador que negocia para regularizar áreas para uma associação quilombola feita fraudulentamente e não ajuda os moradores da grande área a regularizar seus imóveis.
Na oportunidade foi demonstrado por um morador que a Prefeitura entrou na Justiça para cobrar o IPTU atrasado, porém, não se preocupa em regularizar os imóveis e nem oferecer os serviços básicos que os bairros precisam, como por exemplo saneamento básico e infraestrutura das ruas.
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